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segunda-feira, 14 de outubro de 2019

Crítica: Vai Anitta(Documentário Netflix)


Muita polêmica se deu, se Anitta de fato, merecia um documentário na Netflix, muitos odiaram a noticia, outros adoraram, lançado no dia 16/11/18, chega ao serviço de streaming, o documentário sobre a vida de Anitta, agora vamos a analise.

Bastou apenas 6 episódios, de 30 minutos, para Anitta ser Anitta, passando pelas opiniões de produtores nacionais e gringos, famílias, amigos, parceiros. Se uma coisa é que prova é que de fato, Larissa Macedo, nunca negou suas origens, mas, nem por isso deixou de ser ela mesmo, sem filtros, com seu jeito delicada, doce e intensa, sempre se mostrou que na vida o que vale é as batalhas para alcançar grandes coisas é preciso vir de baixo, passar por provações para de fato alcançar o que seremos

A obra expõe a artista das mais diversas vertentes, desde o senso comum, da visão de um fã, que admira e enxerga limitado, até da própria cantora sua visão em relação a carreira, clipes, saúde, inclusive de momentos tristes, talvez, isso seja o que mais me marcou. Pensamos que Anitta está sempre bem e em alta pela sua longa trajetória de vai e volta do Brasil para o mundo como, Nova York, Los Angeles mas nem sempre, ali ela mostra sua faceta, de tristeza e depressão, tristeza por ver o irmão longe da faculdade, triste por ter uma carreira muito grande que demanda muito tempo  e não sobra quase momentos para distração com família ou amigos.






Destaco também a dedicação de Anitta, como lança seus projetos, como por exemplo: Chekmate: um clipe por mês, em diversas linguás para atingir novos públicos, ressalto também a importância de Anitta em ainda querer continuar com sua cultura, o Brasil, o que torna ainda mais desafiador, mesmo fazendo sucesso la fora e consolidado, a forma como ela ainda pensa em músicas para a cultura brasileira e de se fazer presente. O que geralmente vemos é artista brasileiro que seguem sua carreira internacional e acabam abandonando a sua cultura, ou então, só faz parte de sua carreira no cenário internacional e depois voltam ao seu trabalho de origem. Vale lembrar que Anitta é uma empresária nata, além de se lançar de forma estratégica nos cenários brasileiros e internacionais, consegue ainda pensar musicalmente como cada público consome determinado conteúdo, tanto para o público como para a própria mídia, o documentário em si é mais uma  forma da artista mostrar mais seus ideais de maneiras claras que merecem e devem ser entendidas








Me impressionou o seu lado profissional de Anitta, em uma das cenas, ao produzir o clipe "Dowtonw", a carioca em determinado momento, parou para dar uma briga em sua equipe e na forma como ela não estava sendo coerente com tudo que propõe, achei isso incrível, pois, em uma equipe, são pessoas que erram e acertam e a forma como ela soube chamar atenção e passar o seu recado foi de fato, certeiro.


Atualmente você pode encontrar os clips dela em seu trabalho no youtube e nas plataformas digitais e conhecer o seu mais novo EP com o nome Solo, 3 músicas, em 3 línguas diferentes: inglês, português e espanhol
Indico a docu-série para todos os fãs da cultura e até mesmo quem tem interesse em iniciar em conhecer mais dela

sexta-feira, 6 de setembro de 2019

Crítica: You












Até que ponto a paixão pode virar obsessão e vice-versa? Será que conhecemos tudo do outro, ou apenas parte do que ele mostra a nós? Estamos mais ligados ao mundo virtual ou o real?
A série é baseada no livro de mesmo nome  da autora Caroline Kepnes, pelos diretores Greg Berlanti e Sara Gamble. O seriado fechou o ano de  2018, trouxe temas importantes sobre o amor, a obsessão, a vida em redes sociais e o mundo da internet e até os perigos de andarem com estranho, passando por questões complexas do ser humano.


O enredo conta a história de um gerente de livraria, Joe, que ao conhecer uma de suas clientes, Beck, acaba fazendo de tudo para que a garota fique na sua. Tanto Joe, como Beck, tem sus conflitos tratados de maneira muito coerente ao longo da obra. Em alguns momentos amamos Joe e a forma como ele faz para convencer Beck de fazer suas vontade, mas em outros assustamos com suas atitudes


Outros personagens secundários, como a melhor amiga de Beck, Peach também mostra seu lado obsessiva pela amiga, assim como seu namorado, o que torna um atrativo a mais para o enredo, se antes a ideia era pensar apenas que Joe que era obsecado por uma mulher, um tanto curioso, sua melhor amiga mostra outras facetas que dão um ar novo para a série.
A trama consegue prender o espectador tanto pela forma como Joe conta seu ponto de vista e promete cada vez mais reviravoltas interessantes, fazendo com que o público aprenda a amar e odiar o protagonista que muitas vezes é quase um antagonista


You ja ta dando o  que falar em repercussão, muita gente esperou por essa série e ta curtindo esse trama, ja foi avisado que a 2a temporada ja está encomendada

segunda-feira, 26 de agosto de 2019

Crítica: Toy Story 4(SEM SPOILERS)







           Amigo estou aqui, amigo estou aqui, se a fase é ruim e são tantos problemas que não tem fim, não se esqueça que ouviu de mim, amigo estou aqui....” Se você leu esse trecho cantando pode saber que você é um fã de Toy Story assim como de quem vos escreve. Toy Story fez e faz parte da infância de todos nós, crescemos com Andy e entendemos todo o universo de Woody, Buzz, Rex, Slink, Senhor e Senhora Cabeça de batata e todos da turma
           A nova aventura apresentada no ano de 2019 trouxe os personagens mais maduros e caminhando por novos trajetos, além da inclusão de novos personagens que ajudaram a manter o ritmo da nova obra sem perder a essência  do que encontramos em Toy Story 3.
           No contexto de agora, encontramos do ponto final de Toy Story 3, Andy passando seus brinquedos para Peggy. Após alguns anos chegou a hora de Peggy se adaptar no jardim de infância, apesar das inseguranças vai para a escolinha e Whodoy da um jeito de ir com a garotinha para assegurar que ela fique bem, durante a aula, a professora orienta os alunos que criem um brinquedo, Peggy cria o “Garfinho”, uma pazinha que foi feita de material reciclado. Ao chegar em casa Woody apresenta o Garfinho aos outros brinquedos, porém o novo brinquedo se entende e como lixo e acha que seu destino é ser lixo e não um brinquedo para ser amado por uma criança. Whoody agora vive uma espécie de abandono em relação a Peggy, apesar de nos tempos de Andy, o cowboy ser a estrela da turma, atualmente ele  se concentra na missão em recuperar o garfinho a garota e manter o elo dos dois conectados. De outro lado temos Betty que durante alguns anos atrás teve que se desvincular da casa de Moly(irmã de Andy) e ir para outro lar, com o passar do tempo Betty se autonominou como um “brinquedo perdido” sendo livre em suas escolhas e não dependendo de uma criança para ser feliz . Já a vilã parte para o lado emocional em relação a sua dona Gabby Gaby uma boneca de plástico que foi abandonada por sua criança e ela usa de seu argumento para tirar algo que Woody tem e só ele é capaz de oferecer para que a boneca se reconecte com seu dono.
            A temática do novo filme se concentra em falar em desapego emocional e amadurecimento. Tanto os personagens humanos, quanto os protagonistas já entendem a fase de mudança que estão vivendo e como isso pode acarretar em novos amadurecimentos. Garfinho, Woody, Betty e Buzz são os pontos em que sua jornada começa a tomar novos rumos se tratando de uma rotina de amadurecimento, sabe aquele momento em que a escolha certa se torna a mais dolorosa e sofrida mudança.
       Toy Story 4 abre chance para possíveis novos filmes devido ao seu desfecho, isso de certa maneira pode ser positivo e negativo. Positivo de desenvolver novos rumos aos caminhos separados dos personagens e até alguns que foram poucos desenvolvidos ao longos dos filmes anteriores mas também aprofundar os caminhos que ficaram no quarto filme, porém essa nova  leva de novos filmes pode ser arriscado e não agradar os fãs, resta esperar o que a franquia Toy Story